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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Luz Divina

Luz Divina,
aquece os corações frios de amor.
Luz de paz,
aquece aqueles que vivem em guerra,
consigo e com todos.

Luz da vida,
aquece a alma que dorme na ignorância.
No desamor, e na indeiferença.

Luz de todos,
Luz da luzes.
Brilha como o nono Sol,
que aquecerá a nova humanidade.

Angélica.

Psicografia recebeido em 10 de maio de 2011, em reunião mediunica no Núcleo Espírita Lar Maria de Nazaré pela medium Celeste

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Timoneiro


A quem atendemos
No caminho que seguimos
Na vida que escolhemos?
Aos impulsos da vida biológica?
As carências forjadas na infância?

Quem é nosso guia
Nesta vida que nós temos?
A cultura que nos deram
O conhecimento que buscamos
Os valores que herdamos?

Procuro me encontrar
E responder essa questão
Mas a resposta não vem
Ao meu carente coração
Assim, prefiro acreditar
Que acima de tudo, tenho
Guiando meu pobre eu
As benditas mãos de Deus

Raimundo (00:05 horas de 09/05/2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Viver com Jesus

Por volta de dois mil anos atrás viveu entre nós alguém que muito nos amava e que Se tornaria, indubitavelmente, nosso maior Modelo de vida.

Apesar da curta passagem como homem encarnado, Jesus deixou uma mensagem que cresceria através dos séculos. Hoje, numerosas religiões O têm como referência em quase todos os pontos da Terra.

Ele falou a todos sem distinção: pobres, ricos, poderosos, gente do povo. Não demonstrava preferências, escolhendo entre os Seus apóstolos pescadores sem instrução formal e homens letrados, como Mateus.

Escolheu entrar em casas de pessoas humildes de haveres materiais mas, também em casas de homens ricos, pois entendia que todos precisavam ouvir Suas palavras.

Valorizou as mulheres em uma época na qual elas eram consideradas uma posse dos pais ou dos maridos. Entre Suas seguidoras estavam Joana de Cusa, esposa de um homem do poder político da época e Maria Madalena, que mudou de vida ao conhecê-Lo.

Jesus usava ora palavras doces, ora linguagens figuradas, ora palavras mais duras. Recebeu, para dialogar, doutores da lei como Nicodemos a quem não negou ensinamentos.

Sua vida de pregação foi curta, mas Ele era um perfeito exemplo do que falava e, sem dúvida, isto impressionava a todos que O conheciam.

Em Seus últimos momentos não mostrou revolta ou desejo de vingança, ao contrário, pediu a Deus que perdoasse a todos, em uma imensa demonstração de amor.

Muitos dos primeiros cristãos, mesmo sem O terem conhecido diretamente, muito O amavam e não titubeavam em abdicar da vida física em nome Daquele a quem seguiam.

Joana de Cusa, no momento em que seria martirizada por meio do fogo, responde ao seu algoz que lhe perguntara se seu Mestre só a ensinara a morrer, dizendo que Ele também a ensinara a perdoar quem lhe tirava a vida.

* * *

Hoje, após tantos séculos, amar Jesus não nos faz correr riscos. Os tempos são outros.

Hoje, o grande desafio é viver conforme os ensinamentos de Jesus, em um mundo no qual vicejam o materialismo, o apego ao poder a qualquer custo e, no qual os valores morais parecem desconhecidos para muitos.

A decisão é pessoal: ninguém pode nos obrigar a segui-Lo, já não mais como apóstolos ou como mártires, mas como pessoas que valorizam a retidão moral e que sabem amar.

Sim, o grande ensinamento de Jesus foi o amor. Se amamos realmente a nós mesmos, não nos permitimos a autoagressão através dos vícios, sejam morais ou físicos. Se nos amamos, buscamos a educação moral e intelectual.

Se amamos nosso semelhante, nunca nos permitiremos a desonestidade, a raiva, a inveja e, muito menos, a indiferença.

Se amamos Jesus, buscamos a luz dentro de nós mesmos, compreendendo que viver é aprender a servir para o bem.

Não é difícil entender que para se viver com o Guia da Terra em experiência integradora, devemos desenvolver em nosso caráter o que existe de mais sóbrio, de mais lúcido e grandioso, engajando-nos na verdadeira educação.

* * *

Quando a educação do intelecto e do sentimento se constituir em uma rota bem aventurada para todos, a aproximação real com nosso Sublime Condutor se fará de maneira consciente, nobre e irreversível.

Reflitamos sobre Jesus e sobre a decisão de viver com Ele, na busca da felicidade real e duradoura!
 


ESPECIAL:


de R$ 25,00
por R$ 22,00
Redação do Momento Espírita com base no cap. 22 do livro Educação e vivências, pelo Espírito Camilo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Pluralidade dos Mundos Habitados.

Quantas vezes olhei
No firmamento as estrelas
Tentando responder
A que não quer calar

A pergunta não dita
Mas que formada está
O pensamento não é vão
Sós nessa Imensidão?

As estrelas brilhando
Um cenário encantador
Atinge minha alma
Sou um sonhador!

Sempre tive a certeza
Como? Não sei explicar
A Terra é mais um planeta
Onde podemos morar

O Universo é imenso
Seus limites não há
Pode ter certeza
Planetas  existem lá

São moradas preparadas
Para o espírito habitar
Em sua jornada infinita
O progresso conquistar

É confortante saber
Lá ,distante, em algum lugar
Mundos ditosos existem
A nos esperar

Mas, por hora, importa saber
Nossa Terra pequenina
Um encanto de menina
Não podemos perder

De expiação e prova
Vai deixar de ser
Tudo está delineado
Será mundo regenerado

Trabalhemos com amor
Nesta Terra de aflição
 Nova vida, novo mundo
Mundo de regeneração

Raimundo (01:11 horas de 12/11/2010)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sim. Eles Vivem.

O sábio instrutor Emmanuel escreveu brilhante página para falar sobre a imortalidade da alma, muito própria para endereçar aos corações que se sentem despedaçados pela partida do ente amado no fenômeno natural, ainda que acidental, da morte biológica. A mensagem intitula-se Eles Vivem!


Reflitamos sobre o precioso texto:

Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração. Eles Não Morreram. Estão Vivos. 
Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo. Inquietam-se com a tua rendição aos desafios da angústia quando te afastas da confiança em Deus. Eles sabem igualmente quanto dói a separação. 
Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiam responder as interpelações que articulaste no auge da amargura. 
Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor. Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeitas a memória perguntando porque... 
Pensa neles com a saudade convertida em oração. As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamente, despertando-os para visões mais altas da vida. 
Quanto puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir e tê-los-ás contigo por infatigáveis zeladores de teus dias. 
Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendes no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária. 
Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material... 
Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro de Novo Despertar. 

A preciosa página indica: a fé racional vence a morte. Não há morte. Todos vivem. Os laços de afeto nunca se partem. Estamos sempre unidos pelo afeto que nos aproxima, ainda que temporariamente separados pela chamada morte.



Artigo de: Orson Peter Carra que é Escritor e orador espírita. Constultor Editorial residente em Matão/SP
 

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Valei-nos da Luz



“Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem.” — Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 35.)

O homem de meditação encontrará pensamentos divinos, analisando o passado e o futuro. Ver-se-á colocado entre duas eternidades — a dos dias que se foram e a que lhe acena do porvir. Examinando os tesouros do presente, descobrirá suas oportunidades preciosas. No futuro, antevê a bendita luz da imortalidade, enquanto que no pretérito se localizam as trevas da ignorância, dos erros praticados, das experiências mal vividas. Esmagadora maioria de personalidades humanas não possui outra paisagem, com respeito ao passado próximo ou remoto, senão essa constituída de ruína e desencanto, competindo-as a revalorizar os recursos em mão. A vida humana, pois, apesar de transitória, é a chama que vos coloca em contacto com o serviço de que necessitais para a ascensão justa. Nesse aben-çoado ensejo, é possível resgatar, corrigir, aprender, ganhar, conquistar, reunir, reconciliar e enriquecer-se no Senhor. Refleti na observação do Mestre e apreender-lhe-eis o luminoso sentido. Andai enquanto tendes a luz, disse Ele. Aproveitai a dádiva de tempo recebida, no trabalho edificante. Afastai-vos da condição inferior, adquirindo mais alto entendimento. Sem os característicos de melhoria e aprimoramento no ato de marcha, sereis dominados pelas trevas, isto é, anulareis vossa oportunidade santa, tor-nando aos impulsos menos dignos e regressando, em seguida à morte do corpo, ao mesmo sítio de sombras, de onde emergistes para vencer novos degraus na sublime montanha da vida.
Retirado do Livro Pão Nosso. Psicografado por Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel. Edição FEB