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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Luz Divina

Luz Divina,
aquece os corações frios de amor.
Luz de paz,
aquece aqueles que vivem em guerra,
consigo e com todos.

Luz da vida,
aquece a alma que dorme na ignorância.
No desamor, e na indeiferença.

Luz de todos,
Luz da luzes.
Brilha como o nono Sol,
que aquecerá a nova humanidade.

Angélica.

Psicografia recebeido em 10 de maio de 2011, em reunião mediunica no Núcleo Espírita Lar Maria de Nazaré pela medium Celeste

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Reinado de Jesus

Gostaria de  dizer
A todos abertamente
O mundo é maravilhoso
O mal está na gente

Invertemos os valores
O certo se torna errado
O errado  se torna  certo
Um rosário de dores

Guerras ceifando vidas
Liberdade como pretexto
Drogas, proliferando
No luxo e nos becos

Poderes corrompidos
Desviando verbas, valores
Das crianças nas escolas
Um circo de horrores

Tantas coisas mais
De dor e sofrimento
Até parece sem jeito
Um grande tormento

Mas, algo me diz assim
Os últimos estertores
De um mal que agoniza
Banido será enfim

O mundo transformado
Será todo renovado
Muita paz, muita luz
O reinado de Jesus

Raimundo (00:28 horas de 20/10/2010)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Sacrifício da luz.


Há muito tempo
Uma explosão de luz
Do mundo invisível
No visível revelou

Uma oferta de paz
Uma oferta de amor
À humanidade carente
A luz se entregou

Sua presença marcante
Tocava os corações
Suas palavras macias
Consolavam aflições

Todo tipo de dor
Mental, física, emocional
A todos atendia
Curando a dor moral

O mal foi atingido
Não podia se esconder
A luz inundava tudo
Para onde correr?

Não podendo se esconder
Não queria se revelar
Planejou então um crime
A luz tinha que apagar

No calvário infame
A luz sacrificou
Não por seu poder
Mas porque ela se entregou

Pra salvar a humanidade
A luz se imolou
Sendo pregada na cruz
A Terra iluminou

Raimundo (Refeito 00:06 horas de 02/11/2010)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Obreiros Atentos


"Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, esse tal será bem-aventurado em seus feitos." 

- TIAGO, 1 :25. 
O discípulo da Boa Nova, que realmente comunga com o Mestre, antes de tudo compreende as obrigações que lhe estão afetas e rende sincero culto à lei de liberdade, ciente de que ele mesmo recolherá nas leiras do mundo o que houver semeado. Sabe que o juiz dará conta do tribunal, que o administrador responderá pela mordomia e que o servo se fará responsabilizado pelo trabalho que lhe foi conferido. 
E, respeitando cada tarefeiro do progresso e da ordem, da luz e do bem, no lugar que lhe é próprio, persevera no aproveitamento das possibilidades que recebeu da Providência Divina, atencioso para com as lições da verdade e aplicado às boas obras de que se sente encarregado pelos Poderes Superiores da Terra. 
Caracterizando-se por semelhante atitude, o colaborador do Cristo, seja estadista ou varredor, está integrado com o dever que lhe cabe, na posição de agir e servir, tão naturalmente quanto comunga com o
oxigênio no ato de respirar. 
Se dirige, não espera que outros lhe recordem os empreendimentos que lhe competem. Se obedece, não reclama instruções reiteradas, quanto às atribuições que lhe são deferidas na disposição regimental dos trabalhos de qualquer natureza. Não exige que o governo do seu distrito lhe mande adubar a horta, nem aguarda decretos para instruir-se ou melhorar-se. 
Fortalecendo a sua própria liberdade de aprender, aprimorar-se e ajudar a todos, através da inteira consagração aos nobres deveres que o mundo lhe confere, faz-se bem-aventurado em todas as suas ações, que passam a produzir vantagens substanciais na prosperidade e elevação da vida comum. 
Semelhante seguidor do Evangelho, de aprendiz do Mestre passa à categoria dos obreiros atentos, penetrando em glorioso silêncio nas reservas sublimes do Celeste Apostolado. 

Do livro FONTE VIVA 
FRANCISCO CANDIDO XAVIER 
DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Uma abraço pela Paz na Terra.


Amigos e irmãos, abraço-os fervorosamente. 

Nesta oportunidade, desejo compartilhar com os companheiros um fato relacionado ao suicídio que resultou numa serie de ações, desenvolvidas ao longo de 18 meses, aproximadamente, mas cujo desfecho superou todas as expectativas, mesmo as inimagináveis. 
As regiões de sofrimento onde vivem os suicidas, de todas as categorias, são inúmeras e vastas nos planos do Espírito. brotam de um dia para outro, pois os excessos da Humanidade tem reduzido o tempo de reencarnação para um numero significativo de pessoas. Os atentados contra a manutenção da saúde, mental e psicológica atingem cifras realmente assustadoras. 
A campanha EM DEFESA DA VIDA, conduzida pelos Espíritas, é ação que ameniza a situação. Mas algo mais intenso e abrangente, que envolva a sociedade, urge ser desenvolvido. 
Assim, passamos ao nosso relato. 
Localizamos em determinado nicho, em nosso plano, uma comunidade de suicidas vivendo em situação precária, em todos os aspectos. Chamava a nossa atenção que tal reduto de dor nunca reduzia de tamanho. Ao contrario, contabilizávamos um numero crescente, dia após dia. Procurando analisar a problemática por todos os seus ângulos, verificamos que no local, incrustado em espaço de difícil acesso, existia uma espécie de “escola” – se este é o nome que se pode utilizar – cujos integrantes se especializaram em indução ao suicídio: técnicas, recursos e equipamentos sofisticados eram desenvolvidos para que encarnados cometessem suicídio. 
O suicida era, então, conduzido à instituição e, sob tortura, a alma sofredora fornecia elementos mentais que serviam de alimento à manutenção de diferentes desarmonias que conduzem o homem ao desespero. 
Fomos surpreendidos pela existência de tal organização e estarrecidos diante do fato, de como a alienação, associada a maldade, pode desestruturar o ser humano. 
Após tomar conhecimento dos detalhes, um plano de trabalho foi definido, depois que um mensageiro de elevada região veio até nós. 
Durante algum tempo pelejamos para sermos adequadamente preparados, inclusive aprendendo a liberar vibrações mais sublimadas, a fim de fornecer a matéria mental e sentimentos puros que pudessem erguer um campo de força energético ao redor do local. 
Almas devotas estiveram conosco permanentemente, instruindo-nos, fortificando-nos e nos revelando a excelsitute do amor. Entretanto, era preciso fazer algo mais. Desfazer a organização não representaria, em principio, maiores problemas; o desafio seria convencer os instrutores a não fazer mais aquele tipo de maldade. Várias tentativas foram enviadas, neste sentido. Orientadores esclarecidos da Vida Maior foram rejeitados e até ridicularizados. Nada conseguíamos com os dirigentes daquela instituição, voltada para a prática do suicídio. 
Mas, a vitoria chegou, gloriosa, no final da tarde de domingo último, (1) quando, convidados a participar do encerramento do Congresso, aqueles dirigentes presenciaram a luminosidade do amor. Conseguiram, finalmente, ver o significado da vida, a sua importância e fundamentos. 
Foram momentos de grande emoção que envolveu a todos nós, quando um nesga de luz desceu sobre os encarnados e desencarnados no exato instante em que todos, em ambos os planos da vida, se deram as mãos e cantaram em prol da paz. 
A nesga de luz se alargou, cresceu, envolveu a todos. A força do amor jorrou plena e, em sublime explosão, rompeu o ar, circulou sobre a cabeça de todos, espalhou-se como poderosa onda para o além do recinto, ganhando a cidade. 
Brasília se nimbou de luz, no ar, no solo, nas águas. À nossa visão estupefata e maravilhada parecia que uma nova estrela estava surgindo. Os seres da Criação, vegetais, animais e hominais, os elementos inertes, rochas e minerais, as construções humanas, prédios, edifícios, avenidas, bancos, repartições publicas e privadas, residências, tudo enfim, foi banhado por luz pura e cristalina que jorrava do alto. 
Célere, a bela luminosidade espalhou do coração da Pátria para todos os recantos do Brasil, das Américas, da Europa, África, mais além, no Extremo e Médio Oriente, atingindo a todos os continentes, países e cidades. Alcançou os pólos do Planeta, girou, em bailado sublime, por breves minutos ao redor da Terra e se prolongou mais além, em direção ao infinito. 
Jesus tinha se aproximado do Planeta, em brevíssima visita de luz, amor e compaixão. 
Jamais presenciei tanta beleza e tanta paz! 
Com afeto. 

Yvonne Pereira. 

Mensagem recebida por Marta Antunes de Moura, na Federação Espírita Brasileira em 22 de Abril de 2010. 

Reformador Ago.2010



(1) Domingo, 18 de Abril de 2010: dia do encerramento do 3º Espírita Brasileiro. Todos os presentes cantavam, emocionados, a musica pela paz.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Valei-nos da Luz



“Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem.” — Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 35.)

O homem de meditação encontrará pensamentos divinos, analisando o passado e o futuro. Ver-se-á colocado entre duas eternidades — a dos dias que se foram e a que lhe acena do porvir. Examinando os tesouros do presente, descobrirá suas oportunidades preciosas. No futuro, antevê a bendita luz da imortalidade, enquanto que no pretérito se localizam as trevas da ignorância, dos erros praticados, das experiências mal vividas. Esmagadora maioria de personalidades humanas não possui outra paisagem, com respeito ao passado próximo ou remoto, senão essa constituída de ruína e desencanto, competindo-as a revalorizar os recursos em mão. A vida humana, pois, apesar de transitória, é a chama que vos coloca em contacto com o serviço de que necessitais para a ascensão justa. Nesse aben-çoado ensejo, é possível resgatar, corrigir, aprender, ganhar, conquistar, reunir, reconciliar e enriquecer-se no Senhor. Refleti na observação do Mestre e apreender-lhe-eis o luminoso sentido. Andai enquanto tendes a luz, disse Ele. Aproveitai a dádiva de tempo recebida, no trabalho edificante. Afastai-vos da condição inferior, adquirindo mais alto entendimento. Sem os característicos de melhoria e aprimoramento no ato de marcha, sereis dominados pelas trevas, isto é, anulareis vossa oportunidade santa, tor-nando aos impulsos menos dignos e regressando, em seguida à morte do corpo, ao mesmo sítio de sombras, de onde emergistes para vencer novos degraus na sublime montanha da vida.
Retirado do Livro Pão Nosso. Psicografado por Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel. Edição FEB