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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Os dias graves do Senhor.

Estes são os dias, os dias graves do Senhor! 
É necessário que as criaturas humanas abramo-nos ao Evangelho restaurado e nos permitamos ser instrumentos do Condutor de Vidas, para que possamos aplainar os caminhos que a Sua Misericórdia vem percorrer. 
Espíritas! 
Assumistes um compromisso antes do berço. Firmastes no Além um documento de responsabilidade para proclamar o Reino de Deus na Terra, no momento das grandes aflições. 
Pedistes o testemunho e o sofrimento para respaldarem a qualidade da vossa tarefa. 
Não recalcitreis, pois, ante o espinho do testemunho. 
Permanecei solidários para que não experimenteis solidão. 
Cantai um hino de louvor e de bem-aventuranças, para que as vossas não sejam as lágrimas do remorso, ao contrário, sejam as da gratidão. 
Não postergueis o momento da renovação interior. 
Se colheis, por enquanto, os cardos e se sorveis a taça da amargura que preparastes antes, semeai paz, alegria e amor para a colheita do futuro. 
O Espiritismo é Jesus voltando de braços abertos e trazendo no Seu séquito os corações afetuosos que vos anteciparam na viagem de volta ao Grande Lar, e que, numa canção de júbilo, agradecem a Deus a honra de participarem da Era Nova do Espírito imortal. 
Tornai-vos sábios na simplicidade, na cordura, na gentileza e ricos na compaixão. 
O amor cobre a multidão dos pecados e a compaixão coroa o amor de ternura. 
Começando por agora, aqui, o trabalho de lapidação do caráter para melhor, conseguireis, como estamos tentando conseguir, a palma da vitória. 
Nada que vos atemorize. Que mal podem fazer aqueles que caluniam, que mentem, que perseguem, se tudo quanto fizerem perde o seu sentido no túmulo? 
Jornaleiros da Imortalidade, avançai cantando Jesus para os ouvidos moucos do mundo, e apresentando-O para os que se ocultaram nas furnas da loucura, das sensações e do despautério. 
Hoje é o momento sublime de construir e, em breve, o momento de ser feliz. 
Muita paz, meus filhos. Com todo carinho, o servidor humílimo e paternal de sempre, 


Bezerra 



Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da Conferência pública, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 26 de agosto de 2010.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Consolador Prometido

Francisco Cândido Xavier


Penso que estou certo
Creio que não me enganei
Assim me convenci
Nas evidências que encontrei

Assim começou a história
No tempo que  se passou
Há dois mil anos passados
O Evangelho registrou

João Batista assim pregava
Sequer sou digno
De tirar o pó das sandálias
Do Mestre assim falava

Preparou o caminho
Aquele valente João
Pro Cristo Prometido
Trazer a salvação

Sua grande tarefa
Ao realizar com amor
Jesus Cristo prometeu
Um  novo Consolador

Que lembraria o que disse
E diria muito mais
Coisas que naquele tempo
O povo não era capaz

Assim passou o tempo
Por volta de dois mil anos
Surgiu na Cidade Luz
Nisto não me engano

A Doutrina que ensina
Há vida mais além
A morte não existe
Não engana mais ninguém

Preparando os caminhos
Do novo Consolador
Que viria mais a frente
Encarnando o amor

Consolando mães aflitas
Pela perda dos seus filhos
Enxugando suas lágrimas
Eles continuam vivos

Assim foi a vida
Do novo Consolador
Acredite quem quiser
Francisco Cândido Xavier

                                                 Raimundo Monteiro (01:00 horas de 29/07/2010)