Mostrando postagens com marcador Pai. Leis Divinas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pai. Leis Divinas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Uma Nova História.

Uma alegria nova 
Na minha alma acendeu 
Despontou iluminada 
Uma nova estrada 


Nova meta surgiu 
Um novo caminho 
Mais claro definido 
A nossa frente se abriu 


Nas dobras do tempo 
O vento sopra ligeiro 
Nosso compromisso 
Seguir seu roteiro 


A mensagem Divina 
Sopra com vigor 
Lado a lado estamos 
Vivenciando o amor 


Meu coração voltou a sorrir 
Não posso negar 
Mesmo que não queira 
Sua alegria revelar 


Essa nova história 
Que vamos vivenciar 
No nosso sorriso está 
Está em nosso olhar 


Raimundo (23:27 horas de 16/11/2010) 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pense um Pouco.



“As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas testificam de mim.” — Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 10, VERSÍCULO 25.)
   É vulgar a preocupação do homem comum, relativamente às tradições familiares e aos institutos terrestres a que se prende, nominalmente, exaltando-se nos títulos convencionais que lhe identificam a personalidade.
  Entretanto, na vida verdadeira, criatura alguma é conhecida por semelhantes processos. Cada Espírito traz consigo a história viva dos próprios feitos e somente as obras efetuadas dão a conhecer o valor ou o demérito de cada um.
  Com o enunciado, não desejamos afirmar que a palavra esteja desprovida de suas vantagens indiscutíveis; todavia, é necessário compreender-se que o verbo é também profundo potencial recebido da Infinita Bondade, como recurso divino, tornando-se indispensável saber o que estamos realizando com esse dom do Senhor Eterno.
  A afirmativa de Jesus, nesse particular, reveste-se de imperecível beleza.
  Que diríamos de um Salvador que estatuísse regras para a Humanidade, sem partilhar-lhe as dificuldades e impedimentos?
  O Cristo iniciou a missão divina entre homens do campo, viveu entre doutores irritados e pecadores rebeldes, uniu-se a doentes e aflitos, comeu o duro pão dos pescadores humildes e terminou a tarefa santa entre dois ladrões.
  Que mais desejas? Se aguardas vida fácil e situações de evidência no mundo, lembra-te do Mestre e pensa um pouco.

Texto Extraído do Livro Pão NOSSO, de Chico Xavier pelo espírito EMMANUEL.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Postura do Pai

Jesus tinha o hábito de ministrar ensinamentos por parábolas. 




São pequenas histórias que contêm grandes lições. 
O povo rude da época não possuía condições de compreender a amplitude das idéias do Mestre Divino. 

Por isso, ele sabiamente vestiu Suas idéias com uma capa de alegoria. 
Cada qual identifica nessas histórias um ensinamento de acordo com seu nível de entendimento. 
O Espiritismo lança luzes sobre uma série de questões que, por muito tempo, permaneceram incompreensíveis. 
É interessante refletir sobre as parábolas tendo em mente princípios espíritas, como a reencarnação e as leis de liberdade e de causa e efeito. 
A parábola do Filho Pródigo é emblemática, pelas graves reflexões que suscita. 
Dentre elas, chama a atenção a postura do pai. 
Ele é instado por um dos filhos a lhe fornecer recursos para sair pelo mundo. 
Generosamente, atende o pedido do filho. 
Quando esse retorna, em triste estado, não o recrimina. 
Ao contrário, recebe-o com festas e presentes. 
Perante o outro filho, que se revela ciumento, também sua conduta é generosa e compreensiva. 
Vai até o mancebo e o exorta a se alegrar pelo retorno do irmão que estivera perdido. 
Ele compreende as fraquezas de seus rebentos e não se agasta, não recrimina e nem afasta nenhum deles. 
É possível vislumbrar na figura desse pai sábio e amoroso a representação da Divindade. 
Deus fornece recursos para que Seus filhos se lancem no mundo. 
Ele dota todos os Espíritos de variados talentos e permite que façam o que desejam. 
Essa postura atesta a Lei de Liberdade que vigora no Universo. 
Todos são livres para escolher o modo como desejam viver. 
Entretanto, é necessário arcar com as conseqüências das opções feitas. 
Deus não pune ninguém, pois não se ofende com os erros de Suas criaturas. 
Ele fornece tantas oportunidades quantas sejam necessárias para que cada Espírito aprenda suas lições. 
As reencarnações se sucedem, enquanto o Espírito constrói em si o respeito às Leis Divinas e se pacifica. 
O pai de braços abertos ao filho pródigo simboliza a eterna boa vontade de Deus para com todos os Espíritos. 
Ele não se cansa de esperar e jamais deixa de amar, por longas que sejam a rebeldia ou a ilusão. 
Afinal, sabe que sempre chegará o momento de glória da paz conquistada e da harmonia construída no íntimo do ser. 
A conduta do pai perante o filho enciumado contém o ensinamento da Lei de Fraternidade que deve reger as relações humanas. 
Ele exorta o rapaz a se alegrar pelo resgate do irmão. 
Tem-se aí a lição de que não é suficiente obedecer regras e viver retamente. 
A plenitude da evolução só se dá quando o Espírito lança um olhar generoso ao seu próximo e lhe estende as mãos. 
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita. Portal Reflexão. (http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=1237)